domingo, 3 de abril de 2011

Mais sobre o lixo nosso de cada dia

Sigo apresentando as informações que encontro sobre o nosso lixo, pois acho que o primeiro passo para mudar é conhecer.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), de 2008, do IBGE, o lixão a céu aberto ainda é o destino final dos resíduos sólidos em 50,8% dos municípios brasileiros, o que corresponde a 2.810 cidades. Esse quadro já foi pior, segundo a pesquisa: em 1989 a percentagem era de 88,2% dos municípios e em 2000 de 72,3%. Enquanto isso, os aterros controlados passaram de 9,6% em 1989 para 22,3% em 2000 e 22,5% em 2008, e os aterros sanitários (mais adequados) de 1,1% em 1989 para 17,3% em 2000 e 27,7% em 2008. Entre as regiões brasileiras, aquelas que mais se valem dos lixões são as regiões Nordeste, com 89,3% e a Norte, com 85,5%, enquanto as regiões Sudeste e Sul apresentam os menores percentuais, com 18,7% e 15,8%, respectivamente.

São boas notícias. Nos últimos anos, podemos encontrar exemplos que valem a pena ser seguidos, como a desativação do lixão da Marambaia e a revitalização do antigo lixão de Gramacho, rendendo inclusive uma indicação brasileira ao Oscar, através do documentário "Lixo extraordinário", de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley, que mostra o trabalho do artista plástico Vik Muniz com os catadores do aterro. Ambos os projetos foram desenvolvidos no Rio de Janeiro, o último contando com o apoio tecnológico da UFRJ.

A nova lei que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê a extinção dos lixões com sua substituição por aterros sanitários até 2015, ficando sob a responsabilidade do poder público prover as cidades com coleta seletiva, aproveitando o material reciclável, e sob a responsabilidade das empresas o recolhimento de seus resíduos.

Com essas determinações, aqueles que tiverem iniciativa e visão sairão na frente. Agora é o momento de proposições e de captar os fluxos - do setor privado em prol de melhorar o planeta.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Nossa Geração

O filósofo espanhol Ortega y Gasset, em uma de suas obras, assim nos fala: "É, na verdade, surpreendente e misteriosa a compacta solidariedade consigo mesma que cada época histórica mantém em todas as suas manifestações".
Não são muitas as ocasiões que nos apresentam elementos que nos permitem refletir sobre os laços comuns que, no futuro, poderão ser identificados como aqueles que forjaram o nosso próprio tempo.
A renúncia de Hosni Mubarak, no Egito, se constiui num desses raros fenômenos, que está sendo e ainda será, com certeza, analisado sob os mais variados aspectos. Não tenho a intenção de ser simplista, porém um trecho do discurso do presidente Barack Obama me fez pensar, mais uma vez, sobre o que considero ser uma característica-chave para apreender a nossa época. Queria postar aqui o texto exato, mas como não consegui anotar na íntegra e nem encontrei na internet, vou deixar apenas minhas próprias impressões quanto ao que ouvi.
Logo no início de seu discurso, Barack Obama se refere a uma "nova geração de egípcios", que teria feito uso da criatividade e da tecnologia para fazer com que suas vozes fossem ouvidas pelo governo e pelo mundo. Ele também aponta o espírito empreendedor dos jovens e o caráter não-violento das manifestações.
Poderíamos dizer que esses são vetores para uma nova forma de lidar com o mundo?
Ao longo da história, sabemos que são sempre os jovens de hoje que definem os novos horizontes do planeta. Mas quem é o jovem de hoje? Ouvi opiniões interessantes de alguns jovens do mundo (64 representantes das Américas, Europa, África e Ásia), reunidos em Santos no mês de janeiro para a edição 2011 dos Guerreiros Sem Armas, programa de treinamento promovido pelo Instituto Elos Brasil. Uma delas me chamou a atenção:
- Somos a primeira geração com tecnologia, conhecimento e vontade de mudar o mundo.
Todos sabemos que o conhecimento humano alcança patamares nunca antes vistos. Na busca por melhorar a qualidade de vida no planeta, temos desenvolvido novas técnicas, saberes e aparatos. O resgate dos mineiros do Chile, por exemplo, consumiu capital humano e financeiro, bilhões em prol de algumas dezenas de vidas. Agora, como ressaltado pelo presidente Obama, a tecnologia permitiu a comunhão e a ação de milhões de egípcios.
Sim, eis um diferencial, certamente. A ação. Não mais a juventude alienada e passiva, citada por tantos ao longo dos anos.
Ao mesmo tempo, a máquina, utilizada para esse fim, em prol do humano, perde seus frios contornos e o estigma de isolar os seres, passando, enfim, a nos aproximar, a nos conectar. Seria essa proximidade, lentamente infiltrada, sem se pressentir, a real diluidora das barreiras da estranheza? Seria, por fim, a comunicação entre os di-versos (diferentes versos, diferentes facetas, diferentes faces) a propiciadora dessas ações não-violentas, como tributo a uma tolerância universal? (Gandhi certamente está cantando agora...)
Sigo com a Ashoka, que numa feliz inspiração, cunhou o nome de Geração MudaMundo. Ainda que o mundo não tenha se tornado um mar de rosas, acredito firmemente que é assim que seremos conhecidos no futuro. Pelo menos, é isso que eu desejo ser. E a julgar pelos indicadores que se apresentam, minha fé se renova, cada vez mais, de que tempos felizes acontecerão.
Para saber mais:
- Guerreiros Sem Armas:
- Instituto Elos Brasil
- Ashoka (Geração MudaMundo; Changemakers; Empreendedorismo Social)
- Generation Waking Up (Awakening the Dreamer, Changing the Dream)
"A new generation of young people is waking up. We are the middle children of History, coming of age at the crossroads of civilization, a generation rising between an old world dying and a new world being born. We are the 'make-it or break-it' generation, the 'all-or-nothing' generation, the crucible through which civilization must pass or crash".

sábado, 8 de janeiro de 2011

Ser Chique


Cada coisa com o seu dono.
Adriana ficou linda com o vestido que comprei e mal usei.


Ser Chique Sempre
(Glória Kalil)

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano. O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida. Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras. Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta. Chique mesmo é parar na faixa de pedestres. É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia. Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios. Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite! Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quão breve é a vida, e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour! Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!
Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas amor e fé nos tornam humanos!
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Esse texto ilustra muito do que acredito.
Sabiamente, Machado de Assis já dizia:
"Há pessoas elegantes e pessoas enfeitadas".
Que a nossa aparência seja a nossa essência.

Meu excesso - a primeira de 2011

Bom, prometi que esse post ia ser contínuo e duradouro.
Então seguem as últimas doações.
Citei, no último post desse tipo, que minha irmã estava para se mudar. Não era sem tempo - afinal, quem casa quer casa.
Assim, ela pôs o guarda-roupa abaixo e separou duas grandes sacolas de roupas e sapatos, às quais eu e minha mãe juntamos algumas coisas nossas e eu prontamente entreguei para uma ONG lá de Arapiraca, onde a Marta, dona da casa na Levada, realiza um trabalho de ensino profissionalizante de mosaico e outras formas de trabalho artístico.
Algumas coisas foram separadas e doei para o teatro. Meu querido diretor, Lael Correa, está com nova montagem e espero que ele faça muito bom uso das coisas que doei.
Enfim, ainda falta: doar as coisas ao e-tralha; ver o destino das latas de tinta; doar dois vestidos de festa à esposa do meu primo.
Enquanto isso, novas roupas e objetos vão surgindo. É ver para onde esses vão.

Boas idéias para serem espalhadas por aí

Esse é o título que roubei de um artigo da Superinteressante de dezembro de 2010. A Superinteressante Verde.

Há muitas idéias boas que merecem ser espalhadas por aí. Esse título certamente voltará a aparecer nesse blog. Por enquanto, quero mencionar apenas uma: o Disk Árvore da prefeitura de Maceió, lançado em 5 de junho de 2010, Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, como parte de ações mitigadoras de impacto ambiental, tendo como meta o plantio de 1.000.000 de árvores na capital. De acordo com o medidor instalado na principal avenida da cidade, a av. Fernandes Lima, 1/3 da meta teria sido alcançado até agora.

Tomei conhecimento dessa ação através da minha terapeuta, mas essa semana saiu uma reportagem na televisão, o que deve ter deixado muitas pessoas curiosas. Segundo as informações apuradas, o serviço é gratuito e basta telefonar para o número 0800 082 8000 para ter uma árvore plantada na sua calçada, com cerca de proteção e tudo.

É possível ver muitas mudas de coqueiros plantadas, recentemente, na orla da cidade. Quando elas crescerem, certamente haverá uma grande diferença na paisagem. Em que pesem as considerações - coqueiro não dá muita sombra, por exemplo - será muito bom se a cidade aderir a essa iniciativa tão bacana. Podíamos começar com os prédios voltados ao atendimento público e com os estacionamentos. Conversei sobre isso inclusive no centro espírita - se cada um de nós decidisse adotar uma árvore em casa, no trabalho, no templo, a cidade teria outro clima.

Não por acaso, nessa matéria a Superinteressante cita a teoria de um cara chamado Antônio Nobre, que comprovou na prática o que os índios já diziam há muito tempo: sem árvore não há chuva. Cada árvore expele na atmosfera cerca de 1000 litros de água por dia, através da evapotranspiração. Uma floresta cria um verdadeiro rio suspenso. E é isso que alimenta o ciclo da chuva, que abastece os rios e os aquíferos. É como diz a minha terapeuta: não é todo mundo que tem cacife pra dizer o óbvio.

Por fim, há outro motivo que me fez gostar tanto da revista a ponto de comprá-la: é que nessa matéria é citado um alagoano maravilhoso, de quem sou muito fã: o Zobe - José Roberto Fonseca, sócio-fundador e presidente da ONG Instituto Eco Engenho - Tecnologia aplicada ao desenvolvimento sustentável. Alguém que acredita em promover mudanças na forma de enxergar o mundo para poder atuar nele. Sem isso não se promove a sustentabilidade.

Enfim, falar direitinho sobre o Zobe, esse ser humano inspirador, é impossível. Por isso, deixo aqui o endereço da ONG para aqueles que quiserem saber mais: http://www.ecoengenho.org.br/quemsomos.php
Conheçam, especialmente, o trabalho realizado em Tapera, cidade que por muito tempo deteve os piores indicativos de qualidade de vida em Alagoas e no país. E a forma escolhida para transformar: enxergando o problema como solução. Parece com um outro Instituto que eu conheço...

Outras vistas

Outras fotos da obra...

A entrada.

Novos ângulos recortados contra o céu.

O pátio interno visto de cima - esse espaço promete...

Um pouco da bela história da minha família

Estou devendo essa postagem desde 2010.

Bom, pra começar a dar contexto é preciso que eu explique que tenho um irmão que nasceu portador da Hemofilia, a deficiência de um dos fatores de coagulação do sangue, o chamado fator VIII. Por conta disso, a luta pelo tratamento adequado aos portadores da Hemofilia no estado de Alagoas se confunde com a história da minha família.

Em 1984, dois anos após o nascimento do meu irmão, foi fundada a Associação dos Hemofílicos de Alagoas, ONG que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos Hemofílicos no estado. Em 1991, foi fundada pela associação a Casa do Hemofílico - mantida pela mesma até hoje, através de doações e parcerias, visa possibilitar aos pacientes do interior ou de bairros da periferia de Maceió o tratamento no Hemocentro da capital, cedendo acomodações e alimentação. Mais recentemente, a Casa do Hemofílico instalou, num imóvel alugada, o Centro de Medicina Física e Reabilitação Herbert de Souza, voltado para ações de atendimento, especialmente fisioterápico, de portadores de Hemofilia e pacientes diversos. (Sim, Herbert de Souza, mais conhecido como Betinho, era hemofílico). Para quem quiser saber mais: http://www.hemofilicos-al.org.br/

Parece bastante coisa, né? Mas essa história só está começando...

A luta atual da associação é construir, em terreno que possui, sua clínica de fisioterapia própria. E para isso foram desenvolvidas algumas ações, das quais pude participar. O projeto da nova clínica foi elaborado por um professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, especialista em Arquitetura Hospitalar, Pedro Cabral, que gentilmente participou da empreitada abrindo mão de seus honorários. Depois do projeto ser devidamento registrado no CREA AL, veio a labuta de conseguir arrecadar verbas para a construção. A associação tinha uma parte do dinheiro, mas precisava de mais.

É aí que entra a figura excepcional da minha avó, Janete Portela, que ajudou a fundar a associação, tendo sido sua presidente e tesoureira inúmeras vezes, bem como a construir e reformar a Casa do Hemofílico, a montar a clínica, comprar o terreno e tantas outras coisas em todos esses anos de jornada. Em 2010 d. Janete completou 80 aninhos e resolveu fazer uma festa diferente: em vez de presentes, pediu contribuições para a obra. Família e amigos entraram na dança, instituições como o Jaraguá Tenis Clube, que cedeu o espaço para a festa, sem custo algum, pessoas como o meu colega de teatro, Naeliton, que ajudou a animar a festa e também o natal das crianças na Casa do Hemofílico. Infelizmente, vou ficar devendo as fotos.

Além das nossas contribuições individuais, rolou uma coisa muito bacana na minha família, que é o bazar feito todo fim de ano, já há 3 anos, pela minha tia Eliane e parentes. A renda é sempre revertida para alguma instituição e esse ano, ela foi revertida para a associação - essa iniciativa simples rendeu um cheque de R$ 1.000,00 entregue em mãos a minha avó. O bazar acontece na Levada, na casa de d. Bete, mãe da minha tia. E minha futura vizinha! Reúne, além da família, os amigos. O espírito me lembra os Oásis da vida, eu vejo potência nessa ação - do tipo: gentileza gera gentileza. É algo que arquivei na minha lista de boas idéias, para aproveitar. Inclusive para pensar em como reunir as pessoas para algo bacana e duradouro, que ajude a construir o mundo que sonhamos. Também do bazar eu vou ficar devendo as fotos. (Foi mal, gente, eu tirei, mas a máquina deu problema...)

Pois é, pra terminar a história (?) aproveitando esse clima, resolvi ir com meu melhor amigo, que passou o mês de dezembro aqui comigo, visitar as obras da clínica. Vi que elas estão bem adiantadas e dessa vez eu tenho as fotos aqui! Para quem quiser visitar as obras, a futura clínica se situa na rua Aminadab Valente, no bairro do Trapiche da Barra, uma transversal da Av. Siqueira Campos, em frente ao Trapichão.

A futura clínica.

Ângulos contra o céu azul - projeto de Pedro Cabral.

Fachada posterior.

Pátio interno visto de baixo.

Uma floresta de escoras...

Porém, ainda faltam algumas coisas para esse sonho se tornar realidade. O dinheiro da associação está acabando e foi suficiente para fazer toda a parte da estrutura e instalações. Falta dar acabamento e depois, será necessário mobiliar a clínica. O gasto é grande. Por isso, se você desejar contribuir, deixo aqui o número da conta:

Banco do Brasil
Conta Corrente nº 125910-5
Agência 0013-2

Também é possível fazer a doação por um serviço de telemarketing. Para quem quiser conhecer as ações da associação ou mesmo buscar mais informações, seguem os contatos:

Sede: Rua Cel. Serafim Cavalcante, nº 11, Vila Militar
Trapiche da Barra, Maceió, Alagoas, Brasil
CEP: 57.010-300
Tel.: (82) 3221-0008

Há outras ações esperando constribuição, como a biblioteca que está sendo montada na Casa dos Hemofílicos. Na última reforma, que ampliou o espaço da sede, construindo um primeiro andar, foi proposto um espaço para uma sala de leitura. Mobiliado e decorado, o espaço conta com poucos livros e revistas e aguarda doações. Esse é outro capítulo bonito dessa história. A reforma da sede, terminada em 28/11/2007, contou com o apoio da arquiteta Ceres Vasconcelos, que projetou o espaço e angariou recursos para as obras. Contou também com a parceria da construtora V2 e de empresas como Bertolini, Lúmina, Ibratin e Cerâmica Sacramento.

Dei, como presente meu para minha vovó querida, um broche do tipo que ela adora. Mas para pessoas que têm o espírito generoso como o dela, sei que não haverá presente igual à clínica construída. Por isso, deixo aqui esse pequeno gesto, sonhando e torcendo para que 2011 seja um ano de muitas realizações para minha avó e a Associação dos Hemofílicos.

Mas do jeito que ela é lutadora, sei que nem preciso torcer muito.
Quero ser como a minha avó quando eu crescer...

Quem sou eu

Sou um espírito livre e a partir daí, o mundo é para mim. O mundo Dança. O mundo é Arte. O mundo Sonha. O mundo tem um Ideal. O mundo é Paixão. E com Paixão se vive e então, o mundo se faz Vida.